setembro 2025

A comunicação afetiva se constrói no cotidiano. Ela nasce quando o sindicato deixa de falar de forma genérica e passa a se comunicar com mais escuta, mais presença e mais conexão com a vida real da categoria. 1. Defina com clareza quem o sindicato quer alcançar Toda comunicação afetiva começa com uma pergunta simples: com quem estamos falando? Antes de produzir conteúdo, é preciso entender quais grupos compõem a base, quais são suas rotinas, dificuldades, desejos e formas de lingua

As manifestações de junho de 2013 marcaram uma virada no cenário político e social do país. Desde então, o avanço do neoliberalismo desmontou direitos trabalhistas, fragilizou a previdência e esvaziou a representatividade sindical. A lógica da uberização, da informalidade e da terceirização tomou o lugar das antigas estruturas de emprego. Formou-se um novo operariado: invisível, sobrecarregado e, muitas vezes, desconectado dos antigos mecanismos de proteção. A comunicação sindi

Nem toda comunicação sindical tradicional deixou de funcionar. Em momentos de confronto, campanha e mobilização, ela ainda tem força. O problema é que, em muitas entidades, a linguagem passou a ser repetida de forma automática, previsível e cada vez menos conectada com a experiência real da categoria. O repertório histórico continua importante, mas já não basta sozinho Charges, panfletos, palavras de ordem e metáforas de enfrentamento tiveram, e continuam tendo, papel importante na


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