O papel do afeto na luta coletiva: como a empatia sustenta o sindicalismo
O sindicalismo nasceu do encontro entre pessoas que compartilham dores, esperanças e o desejo de mudança. O que move uma greve, uma assembleia ou uma campanha não é apenas cálculo racional, é vínculo afetivo. Historicamente, a empatia foi o cimento da organização coletiva, desde o chão de fábrica até as lutas por direitos nas ruas. É o sentimento de “estamos juntos” que sustenta o engajamento real. E esse sentimento se comunica. Hoje, com a fragmentação das relações de traba