Sem marketing, como converter sindicalizações?
Com o fim da contribuição sindical obrigatória em 2017, os sindicatos viram a receita cair fortemente nos últimos anos. Muitos passam dificuldades financeiras e precisaram reduzir a estrutura para continuar funcionando. A saída adotada pela maioria para sobreviver passa pelo estímulo à sindicalização. A entidade oferta benefícios exclusivos para quem se associa, e as mensalidades ajudam a custear as despesas da atuação sindical. Todos ganham. Parece ótimo, e é. Mas é preciso divul
O que é a flexibilização de direitos?
As movimentações em torno da flexibilização de direitos trabalhistas não param. Com frequência, surgem propostas de alteração na CLT com o objetivo de permitir que certos direitos passem a ser objetos de negociação entre patrão e empregado. Segundo os detentores dos meios de produção, o custo trabalhista no Brasil dificultaria e inviabilizaria o desenvolvimento econômico. A mais importante flexibilização de direitos dos últimos tempos ocorreu com a Reforma Trabalhista de 2017. C
Seis situações em que o trabalhador não pode ser demitido
Diferentemente do funcionalismo público, quem trabalha na iniciativa privada não tem direito a estabilidade profissional. Mas há seis situações em que se aplica a chamada ESTABILIDADE PROVISÓRIA, protegendo o empregado de uma demissão sem justa causa. Conheça esses casos. Acidente de trabalho ou doença ocupacional O colaborador que sofre um acidente relativo à função ou é acometido por doença ou lesão relativa ao trabalho, tem direito a receber do INSS o auxílio-doença (benefíc
Twitter, seu lugar de opinião
Faz sentido criar um perfil no Twitter para sindicatos? “Presidente da República declara no Twitter que…” “Post sobre eutanásia divide opiniões” “Cantora manda indireta a gravadora pelo Twitter” “Trend no Twitter sobre anos 80 vira febre” Já notou quantas notícias têm origem no Twitter? Todos os dias, portais, celebridades, políticos, especialistas, professores, cientistas, atletas, analistas, produtores de conteúdo e milhões de “anônimos” movimentam es